Carreira

T-Systems troca o comando no Brasil

Angelica Vitali, vice-presidente de delivery da companhia, assumirá a função de Managing Director interinamente

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar que Ideval Munhoz está deixando a presidência da companhia no Brasil. O executivo, que ficou seis anos à frente da operação, vai assumir novos desafios fora do grupo Deutsche Telekom.

Ideval Munhoz deixa a companhia depois de seis anos à frente das operações no País

Angélica Vitali, atual vice-presidente de Delivery da companhia, ocupará o cargo interinamente. Com mais de 25 anos de experiência na área de TI, Angélica traz forte conhecimento do mercado local, bem como uma sólida experiência junto aos clientes brasileiros.

A executiva ingressou na gedas em 2003, para atuar na expansão dos negócios fora do Grupo Volkswagen. Em 2007, após a integração da gedas à T-Systems, Angélica foi responsável pela área de Application Development and Software Factory, e também pelo estabelecimento do Centro de Produção (POP), em Blumenau, assumindo em 2009 a posição de Head of SI Business Operations. Em 2012 assumiu a Vice-Presidência de Service atuando fortemente junto aos clientes locais e a área de ITO e em 2015 assumiu a Vice-Presidência de Delivery da T-Systems do Brasil.

O vice-presidente sênior da unidade internacional de vendas da T-Systems, Steffen Schlaberg, informa que a mudança reflete a nova direção da companhia. “Ela é parte de nosso Programa de Transformação Global, que visa ter uma empresa mais ágil, orientada ao cliente e estruturada por portfólio”, ressalta.

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Executivas de tecnologia acreditam que há discriminação no setor

Levantamento da Michael Page revela que participação feminina no setor ainda é pequena

 

Os programas de diversidade ainda não estão causando o impacto e resultado esperados pelas mulheres que atuam com tecnologia da informação. É o que aponta pesquisa realizada pela Michael Page, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais de média e alta gerência, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento, 85% das respondentes informaram que há discriminação no segmento de TI. Os homens compartilham da mesma opinião das mulheres: para 62% dos respondentes, há discriminação no setor de tecnologia.

A cada 10 entrevistas realizadas para a área de
TI, apenas três profissionais são mulheres

“Está claro que o ambiente diverso ainda não é uma realidade nas empresas de TI. A grande maioria das mulheres expressou essa situação e expôs um problema que precisa ser equacionado. É importante também entender as reais causas desta questão. Será que isto acontece por falta de qualificação profissional? Preconceito? Poucas mulheres nesse mercado? “, questiona João Paulo Kluppel, gerente executivo da Michael Page.

Parte dessas respostas podem ser encontradas na própria pesquisa. Esse levantamento contou com 1745 respondentes, sendo que apenas 12% são do gênero feminino. Nos processos seletivos conduzidos pelo PageGoup nos últimos dois anos, a cada 10 entrevistas realizadas para a área de TI, apenas três profissionais eram mulheres. Dados da Sociedade Brasileira de computação mostram que 15% das matrículas nos cursos de Ciência da Computação e de Engenharia são feitas por mulheres e apenas 17% são programadoras no Brasil.

Para realizar o Barômetro de TI, estudo realizado junto aos profissionais da área de tecnologia com o objetivo de mapear esse mercado, o PageGroup contou com a participação de 1745 respondentes e análise dos currículos de cerca de 17 mil profissionais de tecnologia de diversas empresas e setores.

Qualificação, RHs pouco especializados e segundo idioma: barreiras para novas contratações

A pesquisa procurou entender com os gestores de TI as principais dificuldades no momento de recrutar os melhores profissionais para suas equipes. A maior delas, segundo os dados coletados, é a falta de qualificação dos profissionais (41%). Em seguida aparece a área de RH interna pouco especializada em TI (15%). Logo depois, com 15%, profissionais que não falam inglês ou outro idioma. A alta concorrência no mercado foi motivo apontado por 10% dos respondentes enquanto 9% detectaram posições ou empresas pouco atraentes. Em 4% das respostas, localização das empresas e falta de tempo para encontrar candidatos, cada. E, por fim, com 2%, não conhece ou pouco conhece canais para encontrar candidatos.

Profissionais de TI enfrentam os mesmos dilemas de outras áreas

Atuar na área de Tecnologia da Informação não torna o profissional diferente de qualquer outro especialista quando o assunto é desafios e problemas enfrentados pelos executivos de TI. De acordo com os participantes do estudo, a falta de processos definidos, tarefas urgentes atrapalham a estratégia e burocracia na tomada de decisões lideram o tripé dessa questão, com 14% das respostas, cada. Foi detectado, ainda, falta de engajamento dos gestores (12%), pouco investimento em TI (9%), salário não adequado e alta carga operacional (8%, cada) e não reconhecimento de TI no Brasil (7%).

Visão x valores

Outro aspecto levantado pelo estudo trata de como a área de TI é vista pelas organizações. De acordo com os resultados, 36% enxergam como core business, grande parceiro, planejamento estratégico das empresas. Para os outros 64%, back office, área de apoio, suporte corporativo, área secundária. Esse resultado pode explicar um pouco quanto as companhias destinam de orçamento para investimentos em Tecnologia da Informação. O estudo mostra que a maior fatia das empresas (27%) reservou menos de R$ 300 mil. Destinações de R$ 2 a 5 milhões foram as intenções de 17%. Investimentos de R$ 601 mil a R$ 1 milhão foi a opção de 14%. Cifras de R$ 301 mil a R$ 600 mil e de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões foram as alternativas de 13%, cada. Abaixo de R$ 2 milhões foi a escolha de 12%.

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Nove profissionais de TI que as empresas buscam

Estudo da Page Personnel revela os cargos de tecnologia mais demandados pelas companhias

Desenvolvimento de software, gestão de projetos e infraestrutura são algumas das especialidades mais buscadas pelos gestores de tecnologia da informação. É o que aponta pesquisa realizada pela Page Personnel, consultoria de recrutamento especializada em cargos técnicos e de suporte à gestão, pertencente ao PageGroup.

A expectativa é de que a procura por esses profissionais seja ativa até o final de 2019

De acordo com o Barômetro de TI, estudo realizado pelo PageGroup junto aos profissionais da área de tecnologia com o objetivo de mapear esse mercado, os especialistas que dominarem essas áreas terão mais chances de oportunidades de trabalho no setor.

A expectativa é de que a procura por esses profissionais seja ativa até o final de 2019. Veja abaixo o perfil profissional que as companhias procuram, faixa salarial e análise dos consultores para a demanda crescente:

Desenvolvimento de software

O que faz: profissional que desenvolve ou faz manutenções e melhorias de softwares em diversos tipos de sistemas.

Perfil da vaga: especialista em programação. Normalmente são profissionais que se especializam em uma linguagem de programação e segmento de atuação de mercado.

Salário: R$ 5 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta: momento de mercado de desenvolvimento de software extremamente aquecido. Necessidade de profissionalizar sistemas webs e construção de projetos mais complexos e sólidos.

Projetos de ERP

O que faz: profissional que desenvolve projetos de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning). Atua no levantamento de requisitos, mapeamento de processos e modelagem de dados, estuda e implementa sistemas de acordo com as regras de negócio acordado. Soluciona bugs técnicos, indica o caminho a seguir, mostrando possíveis soluções. Atua também no treinamento de usuários e criação de documentação.

Perfil da vaga: Perfil muitas vezes dividido entre “funcional” e “programador” onde o primeiro é responsável pelo contato com usuários e levantamento dos requisitos e o segundo é responsável pela programação do sistema em si. Em alguns casos encontra-se profissionais “híbridos” com ambas atuações.

Salário: R$ 2 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: necessidade de uso de sistemas de gestão interna das empresas.

Gestão da Informação/Banco de dados

O que faz: profissional responsável por gerenciar, instalar, configurar, atualizar e monitorar um banco de dados ou sistemas de bancos de dados de uma ou mais empresas.

Perfil da vaga: Profissionais especialistas em um banco de dados específico ex: Oracle, SQL, etc. Possui conhecimentos em linguagens específicas de banco de dados e conhecimentos em estruturas de banco de dados.

Salário: R$ 3 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: Necessidade de profissionais que dominem e consigam ligar com um constante aumento no volume de dados armazenado e integrado nas empresas.

Gestão de projetos

O que faz: gerente de projetos é um profissional que tem a responsabilidade de planejar e controlar a execução de projetos em desenvolvimento de software.

Perfil da vaga: Profissionais normalmente generalistas e analíticos, sempre abertos a mudanças e com forte contato com diversas áreas de negócios dentro da empresa. Normalmente são profissionais que tiram certificações e se especializam em uma metodologia específica de gestão de projetos. Podem seguir para área de projetos ágeis ou projetos tradicionais (cascata).

Salário: R$2,5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: crescente expansão de diversos projetos simultâneos na área de TI, por isso a necessidade de profissionais especializados em gestão de projetos.

Suporte

O que faz: Profissional responsável por prestar suporte/assistência a clientes internos ou externos com objetivo de solucionar problemas técnicos.

Perfil da vaga: Profissional que terá muito contato com clientes internos e externos para atender a chamados e demandas de suporte à tecnologia. É extremamente comum que seja exigido fluência em outros idiomas para esta posição.

Salário: R$ 1,5 mil a R$ 5,5 mil

Motivo para alta: necessidade de suportar as operações de grandes empresas para suporte a suas tecnologias.

Usabilidade / Interface / Interação (UX / UI)

O que faz: responsável pela experiência de uso de uma interface — a forma como ela guia o usuário, como ele se sente utilizando aquele sistema e qual é a forma como a interface é apresentada.

Perfil da vaga: Profissional responsável pela elaboração de mapas de navegação do usuário, testes de usabilidade, criação, desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e atraentes, prototipação, fluxo do usuário e de processos, ligando a interação comunicativa às ideias de Design.

Salário: R$ 4 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta em 2018: necessidade das empresas em cuidar da experiência que seus usuários têm com seus produtos e serviços.

Business Intelligence

O que faz: o profissional de Business Intelligence controla e analisa as iniciativas do cliente no ambiente digital, bem como seus indicadores e metas.

Perfil da vaga: Responsável por análises micro e macroscópicas do mercado a fim de otimizar a gestão dos negócios. A partir da análise de dados, o profissional de BI define novos padrões e melhores práticas de desenvolvimento, além de identificar bases de dados que serão fontes de informação para o crescimento da empresa.

Salário: R$ 5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: necessidade das empresas em proporcionar inteligência gerencial ao negócio.

Infraestrutura / Redes / Sistemas

O que faz: responsável por gerenciar projetos e operações de serviços de Tecnologia da Informação.

Perfil da vaga: profissional que irá gerenciar um projeto em todos seus estágios, planejar e gerenciar toda área de TI, envolvendo infraestrutura e sistemas, engenharia de processos, elaborar estratégias e procedimentos de contingências, visando a segurança a níveis de dados, acessos, auditorias e a continuidade dos serviços dos Sistemas de Informação.

Salário: R$ 2 mil a R$ 28 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança dos dados e das informações e grande tendências da utilização de sistemas integrados.

Segurança da Informação

O que faz: consiste na “proteção da informação de vários tipos de ameaças para garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades de negócio”.

Perfil da vaga: profissional que gerencia as oportunidades de aplicação de tecnologia e interage com outras áreas de maneira a assegurar a segurança das informações da empresa.

Salário: R$ 4 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança da informação e privacidade dos dados.

“Os profissionais que estivem habilitados para projetos desse gênero, terão suas chances aumentadas. Os gestores buscam especialistas com essas características porque veem que as atuais e futuras demandas das empresas passam por projetos dessa natureza”, explica Renato Trindade, gerente da Page Personnel.

Para realizar esse estudo, o PageGroup contou com a participação de 1745 respondentes e análise dos currículos de cerca de 17 mil profissionais de tecnologia de diversas empresas e setores.

Carreira

Grupo Bridge é parceiro do Bradesco na capacitação de mais de 2,5 mil colaboradores

Os temas ‘Comportamento Criativo’ e ‘Criatividade no Mundo Digital’ são ministrados pela Bridge na UniBrad, Universidade Corporativa do Bradesco

 

O Bradesco é cliente do Grupo Bridge desde 2015, quando a consultoria Bridge passou a apoiar a instituição desenvolvendo os cursos ‘Comportamento Criativo’ e ‘Criatividade no Mundo Digital’ para fazerem parte da grade da UniBrad, reconhecida como a melhor universidade corporativa do mundo pelo GlobalCCU Awards 2017.

Nestes três anos, mais de 2.500 colaboradores do Bradesco em mais de 150 turmas já foram capacitados nos temas, dentro da Escola de Inteligência de Negócios.

Esta é uma das dez escolas da UniBrad responsáveis por construir e disponibilizar soluções de desenvolvimento aos funcionários. “Temos o Grupo Bridge como parceiro, pois entendemos que ele contribui para algumas das missões da UniBrad como disseminar a cultura de inovação para a organização e trabalhar duas competências organizacionais: Visão Globalizada e Criatividade. Além do desenvolvimento de disciplinas para os colaboradores, traz também para a gente repertório e estímulos através de eventos de inspiração como, por exemplo, o IBEX (Innovation Bridge Experience), fóruns para dialogar o tema ‘O Melhor da Inovação’, além do constante contato da empresa nos atualizando sobre os cursos que temos dentro de nosso catálogo”, explica Carolina Veronica dos Santos Silveira, especialista em TICs na Educação e Design Instrucional e Analista de Treinamento do Bradesco.

Dentro do catálogo de cursos da UniBrad, o funcionário tem a autonomia de escolher qual é a trilha de autogestão de carreira que ele deverá seguir para se desenvolver como, por exemplo, o curso Comportamento Criativo para trabalhar a Confiança Criativa, o primeiro de uma trilha de cursos de Criatividade e Inovação do Bradesco no qual, durante um dia, o funcionário passa por vivências e atividades que trazem à consciência conceitos como confiança (em si mesmo e nos outros), autorreflexão sobre as próprias fortalezas, compartilhamento de reflexões em grupo, levantamento de problemas e geração de ideias, dramatização, coconstrução e discussão sobre o significado desses aprendizados.

“Percebemos que essa experiência possibilita que os funcionários revejam suas ações e repensem seu modo de trabalhar e entregar valor dentro da organização, acreditando mais em si mesmos e em sua capacidade de realizar a mudança”, comenta Celso Braga, sócio-diretor do Grupo Bridge.

Em 2017, a consultoria Bridge promoveu um encontro com a UniBrad a fim de pensar em novas possibilidades, refletir sobre tendências e novidades, compartilhar sugestões e promover a co-construção de novas soluções. Por estes motivos, a instituição entende que o Grupo Bridge é uma empresa parceira, sempre disposta a trazer novos conhecimentos, ampliar o repertório, além de promover discussões com outras empresas e pessoas acerca de assuntos de colaboração e sustentabilidade. “O Grupo Bridge está sempre próximo e preocupado com o sucesso do Bradesco, tendo em todos os anos a preocupação de avaliar sua performance para oferecer o melhor para nossos projetos”, comenta Carolina.

Visão de futuro

De acordo com Carolina, o tema Comportamento Criativo foi trabalhado justamente num momento onde o Bradesco estava reestruturando a estratégia da Escola, no caso, Inteligência de Negócios, a fim de redefinir, segundo o mercado, o conceito de criatividade e inovação. Então, foi por meio da visão de referências do Grupo Bridge em grandes nomes como Maturana, Moreno e Paulo Freire, que o Bradesco fomentou a visão de futuro com base na premissa de que a criatividade é externada pela Confiança Criativa. Foi então que o curso ‘Comportamento Criativo’ foi construído e passou a ser disponibilizado, de forma abrangente, a colaboradores de diversas áreas do Bradesco.

“A ideia era sair do conceito de que a criatividade era a habilidade de improvisar, para realmente seguir o que temos como conceito de competência organizacional, sendo Criatividade a ‘capacidade de perceber, analisar e rever um fato, um conceito, um serviço ou um ponto de vista novo. Capacidade de explorar novas ideias para solucionar problemas, aperfeiçoar processos e manter ativos a imaginação, a intuição e o espírito de originalidade’. Para que seja evidenciada a criatividade, deve haver autoconfiança”, explica Carolina.

Ainda, segundo Celso Braga do Grupo Bridge, para que seja possível olhar para o novo e externar as próprias ideias, é necessário que a pessoa conheça seu potencial e tenha a coragem de dar novas ideias, opinar, argumentar e defender seu ponto de vista baseado em suas experiências, visão de mercado e propósito de fazer acontecer dentro da organização.

Transformação do Mindset

O curso Criatividade no Mundo Digital, destinado aos Gerentes de Relacionamento Digital do Bradesco, foi demandado na época em que a Escola Digital surgiu e era necessário desenvolver uma série de competências e conceitos para a transformação de Mindset, do Operacional para o Digital. Por isso, foi apresentada uma solução com o objetivo de estimular, nos gerentes de contas, a criatividade, fortalecendo sua espontaneidade para darem novas respostas dentro do cenário de relacionamento virtual com clientes, até então, novo para eles.  Segundo Jacob Levy Moreno, a criatividade permite ao ser humano um enriquecimento contínuo dele mesmo e de suas relações.

“Neste sentido, a criatividade é a forma mais desenvolvida da espontaneidade do ser humano no desempenho de um papel. É justamente dentro dessa premissa que o curso foi desenhado a fim de conscientizar os funcionários sobre como funcionam as novas trocas e os novos relacionamentos com clientes, por meio do universo digital com novos apps, menos agências físicas e com a necessidade de dar respostas mais rápidas e reais para ser a primeira opção de banco dos clientes. Nessa solução, entendemos que a criatividade trabalhada é justamente dentro da mudança de comportamento que precisávamos para esse grupo, de estar mais antenado e respondendo às necessidades de mercado”, afirma Carolina.

A UniBrad observa o tema ‘Comportamento Criativo’ como um viés mais generalista de trabalhar a criatividade dentro da Competência Organizacional para que o funcionário possa crescer dentro de sua carreira com confiança, espontaneidade e coragem para assumir novos desafios e dar novas respostas. Já o tema ‘Criatividade no Mundo Digital’, é necessário dentro do contexto de atendimento e relacionamento com cliente, compreendendo que o mundo e as relações estão mudando e que os clientes querem respostas mais rápidas: eles sabem de seus direitos, querem um relacionamento fluido, em tempo real e preciso.

“Os clientes têm o universo de escolha dentro de seu celular, acessam a tudo em um toque. Ao mesmo tempo, em um toque, eles podem optar por outros fornecedores. Desse modo, é necessário mudar a postura frente a esse cenário para garantir que sejamos o banco número um de nossos clientes”, conclui Carolina.

Carreira

Andrei Baronov assume como CEO da Veeam Software

Companhia reestrutura time executivo e nomeia Ratmir Timashev como VP Executivo de Vendas Globais e Marketing e William Largent como VP Executivo de Operações

A Veeam Software, especializada em Gestão Inteligente de Dados para a Empresa Hiperdisponível, anunciou a reestruturação de seu time executivo com a promoção do co-fundador Andrei Baronov a Chief Executive Officer (CEO). Além disso, Ratmir Timashev, o outro co-fundador da Veeam, passa a ocupar o cargo de Vice-Presidente Executivo de Vendas Globais e Marketing, e William Largent assume o cargo de Vice-Presidente Executivo de Operações. Timashev e Largent irão se reportar ao novo CEO.

 A Veeam recentemente registrou 20% de aumento anual em
sua receita e mais de 26% de aumento em seus negócios cloud

Essas mudanças executivas adicionam mais foco e força para a empresa continuar sua rápida expansão nos segmentos Enterprise e Cloud e possibilitar um crescimento acelerado em todos os mercados.

“Gostaria de agradecer Peter Mckay por sua dedicação e energia, e todos nós desejamos a ele o melhor em seus novos projetos”, disse Andrei Baronov, Co-Fundador e CEO da Veeam. “Ele deixa a Veeam com uma bancada forte de líderes experientes que irão levar nossa visão e estratégia adiante. As mudanças que fizemos na equipe executiva irão garantir que a Veeam continue a ter um crescimento agressivo, e que possamos entregar a excelente experiência de cliente pela qual somos conhecidos.”

A Veeam recentemente registrou seu 41º trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos, com 20% de aumento anual em sua receita e mais de 26% de aumento em seus negócios cloud. Além disso, os resultados com suas alianças ultrapassaram as expectativas, com Cisco, HPE, Lenovo e NetApp colaborando para o aumento de 128% na receita via acordos únicos de revenda. As mudanças executivas irão possibilitar que a Veeam continue sua trajetória de crescimento para ser a próxima empresa de software de US$ 1 bilhão.

“A Veeam está em uma trajetória rápida de crescimento e nossa visão e estratégia de ser a empresa mais confiável em Gestão Inteligente de Dados está contribuindo para garantirmos 4 mil novos clientes por mês, alavancando um aumento de dois dígitos na receita sequencialmente”, reforçou Ratmir Timashev, Co-Fundador e VP Executivo de Vendas Globais e Marketing da Veeam.

“Como prova do crescimento que estamos vivendo, de acordo com o Rastreador de Software para Replicação e Proteção de Dados 2018 H1 da IDC, a Veeam é a número 4 em market share após Dell, IBM e Veritas, e acima da Commvault; somos de longe o fornecedor com crescimento mais rápido, com 24,7% de aumento ano a ano, enquanto outros estão em declínio. Sei que toda a equipe da Veeam está comprometida em acelerar ainda mais nosso crescimento e estamos no caminho para entregar outra receita anual recorde.”

Carreira

Willian Pimentel comandará canais e alianças da Citrix na AL e Caribe

Com esta mudança, empresa contrata José Leal para o cargo de diretor de canais do Brasil

A Citrix acaba de indicar Willian Pimentel como diretor de canais e alianças para a América Latina e Caribe. Nesta posição, ele será responsável pela estratégia regional de parceiros de negócios, pela definição e execução programas para o canal da região e pela liderança da equipe de vendas de canais e distribuidores de valor agregado. Juntamente com este anúncio, a empresa também informa a contratação de José Leal para o cargo de diretor de canais do Brasil.

“Nosso objetivo é estar cada dia mais próximo do de nossos integradores
e revendas, fortalecendo o trabalho conjunto “, Willian Pimentel 

“No contexto de ruptura digital em que vivemos, o canal está se transformando junto com as empresas. Eles são nossos aliados estratégicos e por isso é fundamental para nós acompanhá-los neste processo, ajudando a adaptar a oferta às novas necessidades das empresas, treinando, motivando e orientando para que possam obter o máximo de benefícios de nossas soluções. Temos certeza de que Willian Pimentel e José Leal vão trazer muito valor à nossa equipe, fortalecendo nosso relacionamento com os canais da região”, disse Juan Pablo Jiménez, vice-presidente da América Latina e Caribe da Citrix.

“Entendemos que temos uma oportunidade única e incrível de crescimento na região, ajudando as empresas em sua transformação; seja com nossas soluções de rede, virtualização e até integrando o espaço de trabalho do futuro em empresas que estão comprometidas em ganhar produtividade e flexibilidade. Nosso objetivo é estar cada dia mais próximo do de nossos integradores e revendas, fortalecendo o trabalho conjunto “, disse Willian Pimentel, diretor de canais e alianças da Citrix para a América Latina e Caribe.

Pimentel ingressou na Citrix em 2013 como diretor de canal do Brasil. Nesta posição ele tinha a missão de implementar o novo programa de canal global da empresa, expandindo as alianças de negócios da empresa no país e desenvolvendo as soluções da empresa por meio do novo ecossistema de parceiros. Estas ações agora são comandadas por José P. Leal Júnior.

“A Citrix tem um programa de canais sólido, com grandes parcerias e forte suporte para todas as etapas de vendas. Ela está ajudando empresas a transformarem seus negócios e o desafio aqui é continuar contribuindo, de forma significativa, para os avanços da Citrix no País. Me sinto bastante entusiasmado em integrar a equipe”, afirma Leal Junior.

Expertise em tecnologia

Anteriormente, Willian ocupou diversos cargos de negócios, sendo responsável pela definição e execução da estratégia de crescimento de grandes empresas no Brasil. Ele também ocupou cargos de liderança relacionados ao canal em empresas como Avaya, BGH, Claro e Wittel.

O executivo tem mais de 15 anos de experiência no setor de tecnologia. É engenheiro de produção e possui especializações em Harvard Business School, Fundação Getúlio Vargas, FAAP, Business School, Universidade de São Paulo e Universidade da Califórnia.

Já José P. Leal Júnior tem 25 anos de atuação em vendas na área de tecnologia. Foi responsável pela formação de equipes de vendas de alto desempenho, operações focadas no cliente, alianças estratégicas, parcerias-chave de canal em empresas como Extreme Networks, Westcon, FireEye e Thoughtworks.

Formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Leal possui mestrado em Tecnologia da Informação e Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialização em Finanças na Business School São Paulo (BSP).

Carreira

Para deslanchar na América Latina, IA necessita de talentos

No Brasil, as empresas de Inteligência Artificial (IA) tiveram um faturamento de US$ 1,75 milhão em 2017 e a projeção para 2018 é de US$ 2,28 milhões

 

Embora haja um incremento no montante de negócios, o mercado de Inteligência Artificial na América Latina ainda está em estágios iniciais. Estudo realizado pela everis e Endeavor, aponta perspectiva de crescimento significativo em 2018. A previsão é atingir um volume de negócios de cerca de US$ 1,64 bilhão, na média, por empresa, aproximadamente 50% superior ao do ano passado.

Na região, as empresas de IA são na maioria jovens (com menos de 6 anos) e pequenas (com até 10 colaboradores)

Batizado de ‘O Impacto da Inteligência Artificial (AI) no empreendedorismo na América Latina’, o estudo revela que o empreendedorismo baseado na utilização de IA na América Latina ainda está em estágio inicial. O Índice de Nível de Impulso e Crescimento de IA (INICIA), calculado a partir de variáveis como o ano da fundação das empresas, investimentos recebidos, técnicas de IA utilizadas etc., é de 32%. Para se ter uma ideia, a maioria das empresas são jovens (63% delas foram fundadas há menos de seis anos) e pequenas (50% possuem entre 1 a 10 colaboradores diretos). Apesar de seu tamanho, o crescimento porcentual esperado na geração de renda é significativo.

Os setores nos quais se concentra a maioria das empresas com alto nível de especialização são os de prestação de serviços e software, saúde e mídia, embora exista uma variedade de empresas dedicadas à educação, mineração, marketing, cadeia logística e varejo. Para desenvolver suas atividades nesses mercados, 60% das empresas representadas no estudo receberam financiamento externo de uma ou mais fontes (33% de capital semente, 29% de capital privado, 21% em rodadas de financiamento de série A ou B, e 17% de investidores anjos).

A IA é, sem dúvida, de suma importância para o conjunto das empresas estudadas: 65% afirmam que este tipo de técnica constitui parte de seu core de negócios e a propriedade intelectual gerada é um diferencial competitivo. A esse respeito, os desenvolvimentos tecnológicos realizados em 87% dos casos se baseiam em frameworks de terceiros, sendo os mais populares o Google Tensorflow, Microsoft Cognitive Toolkit e Amazon MXNet. Mas também existem algumas empresas que baseiam a utilização de IA no consumo de produtos como o Microsoft AI Cognitive Services, Google Cloud AI ou IBM Watson, também de terceiros.

Para Alberto Otero, diretor de Arquitetura Digital & Inteligência Artificial da everis para Américas, “as empresas que contribuem para promover o desenvolvimento dos principais setores são o motor econômico do País e estão cada vez mais conscientes da importância do uso de novas tecnologias e dos benefícios que elas oferecem à produtividade. Prova disso é o setor financeiro, cada vez mais receptivo aos avanços tecnológicos. Por outro lado, existem outros setores que ainda possuem um campo muito amplo para se desenvolver por meio da Inteligência Artificial.”

“Criamos as conexões que se transformam em geração de negócios, em oportunidades de inovação aberta e, acima de tudo, em proximidade entre Scale-Ups e grandes empresas”, afirma Luis Felipe Franco, head de aceleração da Endeavor. “Por isso, os próximos passos voltados para Inteligência Artificial são indispensáveis para que o ecossistema empreendedor ganhe produtividade. Os novos conceitos precisam chegar desde a pequena empresa a grande corporação para que todos se capacitem e representem, nacional e internacionalmente, mudanças significativas em todos os setores.”

Atualmente, um importante grupo de empreendedores (30%) está focado no desenvolvimento de chatbots, devido à demanda e à aceitação que esse tipo de aplicativo vem alcançando no mercado. Juntamente com ele, foi observada uma extensa utilização de técnicas como o processamento de linguagem natural (53% dos casos) e conversão de textos em fala (21%), além de outros tipos como a classificação e previsão (59%) ou o reconhecimento de padrões (39%).

Desafios do empreendedorismo de IA na América Latina

Os principais desafios apontados no estudo são:
• Escassez de talentos especializados em IA – O mercado de trabalho carece de profissionais com o tipo de conhecimento técnico necessário para o desenvolvimento dessas soluções.

  • Falta de informação para treinamentos em IA – Visto que boa parte das técnicas mais utilizadas atualmente em IA exigem informações que permitam a efetivação do aprendizado, os empreendedores sentem falta de um volume maior de dados com os quais seja possível efetivar este aprendizado.
  • Falta de familiaridade com a IA – Outro problema enfrentado pelos empreendedores de IA é o fato de seus clientes, tanto empresas quanto pessoas físicas, não conhecerem esse tipo de solução, o que gera certa desconfiança em relação aos produtos e serviços fornecidos.
  • Dificuldade em obter recursos financeiro – A maioria dos entrevistados afirmou ser extremamente complicado obter recursos para financiar seus projetos na América Latina, em comparação com os EUA.

Desafios

Apesar dos desafios mencionados e das dificuldades inerentes a qualquer empreendedorismo, a aplicação de IA na América Latina está em pleno crescimento, com dezenas de empresas expandindo suas operações.

“A aplicação da Inteligência Artificial nas empresas oferece um grande potencial para transformar diferentes setores, agilizar processos e otimizar recursos. E, para que essas companhias possam crescer, é preciso que todo o ecossistema, desde as universidades, empresas à sociedade civil e administrações públicas continuem promovendo não só o talento e a inovação, como também, os mecanismos financeiros e legais para facilitar o investimento neste tipo de empresa. Todos têm a ganhar com a IA”, afirma Lluis Quiles, diretor de Inteligência Artificial na everis Brasil.

A partir desses desafios apresentados pelos empreendedores, chegou-se à conclusão que quatro aspectos principais precisam ser trabalhados:

  • Talento – Universidades e empresas deveriam focar na geração das capacidades necessárias para a criação de soluções de IA, promovendo a diversidade do ponto de vista de conhecimentos. Faltam engenheiros, como também especialistas em experiência de usuário, linguistas etc.
  • Dados – O setor privado e especialmente as administrações públicas deveriam disponibilizar mais dados referentes a áreas como a de saúde e de educação, a fim de possibilitar a aprendizagem e, consequentemente, a geração de novas soluções baseadas em IA.
  • Divulgação – A sociedade civil, o setor empresarial e as administrações públicas na América Latina deveriam disseminar e oferecer suporte a IA, eliminando barreiras de adoção e introduzindo temas complexos, como o impacto nas atividades laborais ou a privacidade dos dados.
  • Financiamento – A América Latina deve continuar desenvolvendo seu ecossistema de investimento econômico em empreendedorismo de IA. Além de mecanismos financeiros e legais para facilitar os investimentos no empreendedorismo, deve-se almejar também a criação de um foco adequado em IA, por meio de fundos especializados, iniciativas público-privadas, prêmios específicos etc.

Mesmo com todo o trabalho que ainda resta fazer, o empreendedorismo baseado na utilização de IA na América Latina tem um perceptível potencial para o futuro, pois, em geral, as empresas dos seis países pesquisados observaram aumentos em suas vendas, com destaque para as argentinas e brasileiras, que estão acima da média da América Latina no número de vendas em três anos. Na Argentina, em 2017, elas geraram uma receita de US$ 3,33 milhões e esperam alcançar US$ 3,67 milhões em 2018. No Brasil, por sua vez, o valor ficou em US$ 1,75 milhão em 2017 e a projeção para 2018 é de US$ 2,28 milhões.

A pesquisa reúne informações sobre a situação atual, os principais desafios e o futuro das mais de 240 empresas que participaram deste estudo. Por meio de investigação e entrevistas, foram coletados dados de qualidade de 70 projetos de empreendedorismo na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

Carreira

Cognizant organiza open house para recrutar desenvolvedores Java e .Net

Empresa cria enigma em formato de linguagem de programação que somente quem é da área de tecnologia tem capacidade de desvendar

A Cognizant organiza open house a fim de recrutar desenvolvedores Java e .Net. De forma lúdica, a empresa desenvolveu uma mensagem em formato de linguagem de programação para convidar candidatos a vagas na companhia a participar do evento e, consequentemente, do processo seletivo.

O objetivo dessa ação diferenciada é que apenas
candidatos da área de TI consigam ler o anúncio

“A ideia é que os possíveis candidatos consigam decodificar o enigma para com isso encontrarmos os perfis que estejam de acordo com as habilidades requeridas pela companhia”, diz Rodrigo Fleming, gerente sênior de Talent Acquisition da Cognizant no Brasil. “Somos uma empresa diferenciada, competitiva e dinâmica, e quisemos usar uma comunicação que mostrasse criatividade e originalidade, que quebrasse paradigmas, pois essa já é a nossa essência.”

O objetivo dessa ação diferenciada é que apenas candidatos da área de TI consigam ler o anúncio e entender que precisam estar na Cognizant em determinado dia e horário. “Quem ler o anúncio é do mercado e entende a linguagem de programação”, comenta Fleming.

Já o formato open house, evento do mercado de TI, é muito comum nos EUA e na Europa. O conceito é trazer um maior número de pessoas para a empresa, ou seja, é uma estratégia mais eficaz que uma dinâmica de grupos.

Ainda de acordo com Fleming, serão quatro horas de atividades em espaço aberto e em estandes com jogos. Ao fim do circuito, cada concorrente terá pontuações que o destacarão, bem como definirão a escolha dos melhores candidatos às vagas em aberto. “Queremos analisar o perfil desses candidatos em termos técnicos e comportamentais, além das habilidades.”

A empresa oferece plano de carreira e benefícios como plano odontológico, convênio médico, vale-refeição/alimentação, vale-transporte e cobertura de redes de academia. São 200 vagas, que deverão ser preenchidas até o fim de novembro.

Carreira

ClickSoftware anuncia VP de Vendas para América Latina

Morris Menasche assume a posição com o desafio de impulsionar o crescimento sustentável da companhia e fortalecer o relacionamento com os clientes da região

Como consequência direta do crescimento em importância da América Latina para a ClickSoftware, fornecedora líder de software de gerenciamento de serviços em campo, a companhia anuncia Morris Menasche como seu novo Vice Presidente de Vendas para a região. O executivo possui sólida experiência na liderança de grandes empresas, acumulando mais de duas décadas de atuação no mercado de tecnologia em companhias como Blackberry, Oracle e Verint.

O executivo será responsável por liderar os negócios com
envolvimento direto e com o apoio de um ecossistema de canais

Morris Menasche assume a posição com o objetivo de impulsionar o crescimento sustentável da ClickSoftware, focando na expansão e no fortalecimento do relacionamento com os clientes distribuídos por toda a América Latina. O executivo será responsável por liderar os negócios com envolvimento direto e com o apoio de um ecossistema de canais, principalmente no Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile.

Região Estratégica

A América Latina é um mercado estratégico para a ClickSoftware. A companhia está investindo em novos recursos e contratações para melhor atender a região. De acordo com Menasche, a ClickSoftware enxerga grande potencial neste mercado, que apresenta de um modo geral uma necessidade real de otimização dos serviços realizados em campo. “Temos constatado um crescimento expressivo nos segmentos de seguros e serviços públicos, em mercados importantes como Colômbia, Chile e Argentina, além do Brasil. Para contemplar esta demanda, queremos investir em nossa equipe de venda direta e em nosso ecossistema de parceiros, garantindo que nossa cobertura seja a mais ampla e mais próxima do cliente possível”, ressalta.

A ClickSoftware é reconhecida como a empresa detentora da melhor solução de gerenciamento de serviços em campo graças à sua grande flexibilidade e capacidade de suportar toda a gama de tipos de trabalho e recursos que as organizações de serviços em campo necessitam, bem como a capacidade de otimizar agendas em tempo real conforme as alterações ocorridas no próprio dia do serviço. Neste sentido, as organizações de serviços em campo da região já conseguem perceber o valor do planejamento de demanda de recursos e da responsabilidade e programação inteligentes.

“Como um mercado ainda não totalmente maduro, há claro alguns pré-requisitos de educação e conscientização do impacto positivo que o gerenciamento dos serviços em campo pode trazer à operação de uma companhia do setor. Nosso desafio será provar este valor e o rico impacto que pode ter no crescimento dos negócios e na satisfação geral do cliente, sem a necessidade de investimento adicional de recursos”, reforça Menasche.

Morris Menasche tem um histórico de êxito atuando diretamente na maioria dos países da região e na liderança comercial de grandes empresas pertencentes à Global Fortune 500. As últimas posições ocupadas pelo executivo foram na vice presidência de vendas da Blackberry, Oracle e Verint, respectivamente.

Carreira

Conheça o currículo de 2030

Estudo da Michael Page mostra como as empresas vão analisar as competências e outros valores na hora de recrutar um candidato

Informações excessivas, nomenclaturas confusas e comprovantes desnecessários. Esqueça tudo isso. O currículo do futuro será um espaço interativo e personalizado, impulsionado especialmente pela inteligência artificial. Até 2030 teremos à disposição uma espécie de plataforma de conhecimento, similar a um portal particular, seguro e capaz de se atualizar automaticamente, contando com comando de voz e recursos de vídeo para que o candidato seja acionado com facilidade e conforto.

Competências sociais serão mais valorizadas
e a gestão de carreira vai demandar maior conexão
com os temas que movem o mundo

“Nas próximas décadas o currículo não será apenas uma extensão de carreira. É provável que se transforme num programa de absorção de sentimentos, aprendizados e até de itens favoritos. O currículo do futuro vai atualizar os seus certificados de modo on-line, ou seja, na medida que você progride em cursos e atividades pessoais, mais fácil será para as companhias entenderem os seus talentos e níveis de desenvolvimento.

Competências sociais serão mais valorizadas e a gestão de carreira vai demandar maior conexão com os temas que movem o mundo, sem abrir mão de profundidade nos negócios”, afirma Ricardo Basaglia, diretor-executivo da Michael Page, consultoria global de recrutamento para posições de alta e média gerência.

No estudo sobre o currículo do futuro, a Michael Page coletou projeções de gestores de alguns centros onde atua: EUA, Reino Unido, França, Suíça, Alemanha, Espanha e outros mercados da Europa e Ásia. Esse trabalho é uma parceria com a Foresight Factory, empresa global de análise de mercados e predição de tendências de tecnologia e comportamento. As projeções foram registradas entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro semestre de 2018 por tomadores de decisão de vários setores da economia.

O CV do futuro poderá incluir (ponto de vista dos candidatos)

– Assistente pessoal (similar aos smartphones) para tratar de seus dados pessoais, estabelecendo interface tanto com humanos quanto com a IA de outros programas.

– Opção de fácil anonimato do CV. O acesso a determinados dados poderá ser regulado.

– Ambiente integrado para documentos e certificados pessoais/profissionais para favorecer a verificação imediata da sua formação acadêmica e de suas competências técnicas.

– Proteção de informações baseada na nuvem com blockchain. Portanto, será uma prova inalterável de experiências anteriores. Na prática, será quase impossível mentir sobre conhecimentos ainda não aprendidos ou experiências não concluídas. Ao contrário do que pode parecer, essa medida protege o candidato de concorrência desleal, nepotismo e viés inconsciente de recrutadores, gestores e até de futuros colegas.

O CV do futuro deverá exigir (ponto de vista das empresas)

– Comprovação de horas de experiência e aprendizado (tecnologia será aliada nesse processo) a exemplo do que já existe hoje em e-games, por exemplo.

– Um resumo de temas e preocupações sociais, humanitárias, culturais e pessoais de cada pessoa. O CV do futuro vai privilegiar as habilidades subjetivas e fluídas – as soft e liquido skills. Saiba mais clicando aqui.

– Acesso fácil e amigável (desde que autorizado pelo candidato) ao feedback de colegas de trabalho sobre os talentos e virtudes do profissional que se candidata a uma determinada vaga. Vídeos, posts e declarações serão facilmente compartilhadas.

– Registros em tempo real de habilidades exigidas para o cargo: como numa rede social, o candidato poderá registrar de maneira informal seus conhecimentos.

– Métricas de conquistas mais bem explicadas (infográficos e apresentações), que favorecerão a visão da companhia sobre o potencial do candidato e os seus resultados. OBS: esse recurso estará alinhado com o padrão de compliance do momento.

Design baseado em dados de hoje: o CV de 2018 pede experiências, competências realizações

 

Design baseado em projeções reais: alta tecnologia, interação em tempo real, atualização “automática”, dados na nuvem, espaço privilegiado para visão pessoal do mundo, virtudes sócias e network

Carreira

Allgoo anuncia Paulo Cacciari como Chief Commercial Officer

Com 30 anos de experiência no mercado de tecnologia, sendo os últimos dez fornecendo soluções para o segmento financeiro, profissional é o novo responsável pela área comercial e de marketing da fintech

Paulo Cacciari acaba de assumir a área comercial e de marketing da Allgoo, fintech especializada na digitalização de instituições financeiras e do varejo, com soluções de inteligência artificial para bancos. O executivo, além de integrar o quadro de sócios investidores, aporta sua experiência em vendas B2B ao mercado financeiro. O objetivo é o fortalecimento de negócios da startup.

Paulo Cacciari chega para apoiar a profissionalização e expansão da fintech
com projetos de open banking e conceito de bancarização da economia real

A expectativa, de acordo com o CEO da Allgoo, Luiz Claudio Macedo, é que a empresa consolide o processo de profissionalização de suas atividades e tenha uma área comercial, marketing e relacionamento com os clientes de alto nível. “A chegada do Paulo enseja no ponto de virada da empresa para sua expansão e em seu posicionamento de abarcar novos desafios da bancarização do setor de varejo no Brasil,” assinala Macedo.

Paulo Cacciari trabalhou nos últimos sete anos na introdução do conceito de cloud security em grandes empresas e no sistema financeiro nacional. “Hoje em dia é comum ver a solução sendo usada, mas quando começamos este projeto os bancos tinham muitos temores, principalmente quanto à proteção dos dados de seus clientes”, comenta Cacciari. O executivo explica: “quando atingimos nosso objetivo e conquistamos a maior parte do mercado brasileiro eu estava exausto, foram não sei quantas viagens levando executivos de bancos para os Estados Unidos para conhecer a solução a fundo, palestras pelo país, reuniões, negociações, por isso decidi descansar por alguns meses, viajar para estudar novas tecnologias e conhecer melhor outra cultura”.

Esse tempo se transformou em um período sabático na Califórnia com visitas regulares ao Vale do Silício, onde acabou tendo contato com o movimento de open banking e o conceito de bancarização da economia real. Cacciari voltou ao Brasil convicto que sua experiência poderia contribuir com startups. “Vi nas startups a paixão em transformar o mundo que sempre me motivou. Fiz uma rápida passagem pelo Cubo e estava analisando algumas propostas quando conheci o projeto da Allgoo. Foi empatia à primeira vista,” comenta e acrescenta: “Vejo que a Allgoo irá, além de trazer o mundo digital para as empresas do setor financeiro, criar diversas iniciativas no mercado de democratização dos serviços financeiros, mudando todo o panorama deste setor como o conhecemos.”

Ainda segundo Cacciari, a Allgoo é uma empresa que foca na experiência do consumidor, conhece bem as integrações necessárias para colocar um banco digital no ar, e põe todo esse conhecimento à disposição de seus clientes. “Outro aspecto do modelo comercial da Allgoo que considero relevante, é o fato que suas soluções embora sejam customizadas para cada cliente, funcionam como licenças de uso, assim o nosso cliente sabe que estamos sempre engajados com a aderência da solução para suas necessidades, sejam elas oriundas de mudanças de legislação pelos órgãos regulatórios, seja pela mudança de perfil dos consumidores de nossos clientes.”

A proposta da fintech é criar uma experiência digital focada no consumidor possibilitando que empresas tradicionais construam sua presença no mundo digital principalmente quando pretendem distribuir serviços financeiros. Soluções como o robô de investimento baseado em inteligência artificial desenvolvida pela Allgoo chamaram a atenção de Cacciari. “Senti que era o tipo de solução que eu levaria ao mercado com prazer e confiança. Porque esse é uma das minhas crenças mais básicas, só levar aos meus clientes aquilo que tenho convicção que seja realmente um grande benefício para eles” finaliza.

Sobre Paulo Cacciari:
Cacciari é especialista em inovação e transformação digital, em sua carreira forneceu soluções para os setores de publicidade, aeroespacial, automotivo, serviços financeiros e petróleo. Ele foi um dos responsáveis pela introdução de segurança em nuvem para os principais bancos privados brasileiros, empresas de cartão de crédito e e-commerces. Recentemente teve seu ensaio sobre “ataques hackers e proteção aos serviços financeiros” publicado pela EDUC, a editora da PUC-SP.

Carreira

Cresce demanda por profissionais especializados em transformação digital

Hays elencou os perfis mais demandados pelas empresas sediadas no Brasil

Não é novidade que vivemos em uma era digital. Segundo o IBGE, 116 milhões dos brasileiros estão conectados à internet. Essa realidade provoca a mudança de comportamento dos consumidores e, consequentemente, das empresas. Daí surge necessidade muito latente no mundo corporativo: a transformação digital.

Para Fulvio Nishiyama, gestor da divisão de TI da Hays, o número de contratações tende a crescer nos próximos anos, isso porque as empresas ainda estão entendendo como devem fazer a transformação digital e qual perfil de profissional deve contratar. “Esse movimento ainda é muito novo. Em um futuro breve veremos uma série de novas funções que ainda não conhecemos sendo demandado pelas empresas”, explica o executivo.

Confira os cargos mais demandados do momento:

Especialista ou Arquiteto Cloud             

As empresas começam a transformar sua infraestrutura de TI, deixando de lado o modelo de servidores e partindo para nuvem. O especialista em cloud é o profissional preparado para comandar essa mudança.

Digital Labs

Profissionais que criem e desenvolvam um digital labs, que, dentro das empresas, tem a função de testar novas tecnologias e processos, em menor escala, antes de implanta-lo na organização.

Digital Transformation

Profissionais que são os líderes da transformação digital. Isso porque o processo de digitalização exige isso mudança de metodologia, cultura e tecnologia, sendo esse profissional responsável por isso.

Product Owner e Project Manager        

Profissionais que atuam em modelo de SQUADs em empresas que trabalham com metodologia ágil.

Desenvolvedor               

Profissionais que programam e criam softwares/plataformas/aplicativos dentro do mundo de tecnologia.