Destaques, Negócios

Mercado de games segue em crescente relevância

Estudo desenvolvido pela marca revela o comportamento e os hábitos dos gamers brasileiros, consumidores ávidos por tecnologia e inovação

O mercado de games segue aquecido e influencia cada vez mais o comportamento dos brasileiros. Segundo pesquisa realizada pela Samsung em parceria com a Mindminers, 60,4% dos respondentes se consideram gamers, enquanto 76% afirmam jogar diariamente. Ao todo foram entrevistadas 800 pessoas entre 18 e 41 anos.

Quase 60% dos respondentes dizem jogar mais on-line do que off-line e a mesma percentagem afirma que investe em produtos eletrônicos para jogar. Entre os dispositivos mais utilizados estão o smartphone (usado por 91,9% das pessoas), notebooks ou computadores (59,9%) e TV com console (46,3% dos entrevistados).

Os smartphones e televisores da Samsung, aliás, são os preferidos do público ouvido pela pesquisa: 51,8% dos entrevistados disseram que a melhor marca de smartphones para jogar é a Samsung e 43,1% têm preferência por TVs ou monitores da marca. Além disso, valorizam a resolução da TV (45,6%) ou da tela (54,5%), a imersão no jogo (90,8%) e o processador do notebook (80,6%) na hora da compra.

“A Samsung reúne os melhores produtos eletrônicos do mercado gamer em diversas categorias, com lançamentos que enriquecem e valorizam a experiência do usuário. Isso é possível por nossa constante busca por inovação. E, também, porque ouvimos as pessoas constantemente, o que nos permite oferecer um portfólio que atende as necessidades dos consumidores”, comenta Andréa Mello, Diretora de Marketing Corporativo da Samsung Brasil.

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Porto Digital e Ministério da Segurança Pública assinam acordo de cooperação

O Ministério da Segurança Pública (MSP) e o Porto Digital assinaram, em solenidade no Recife nesta sexta-feira (20), um acordo de cooperação técnica para a construção de modelos inteligentes de análise de dados em ações de segurança pública. Estiveram presentes na cerimônia de assinatura o ministro Raul Jungmann; o presidente do Conselho de Administração do Porto Digital, Silvio Meira; e o presidente do parque, Francisco Saboya.

O acordo de 12 meses, com possibilidade de prorrogação, prevê a realização conjunta de atividades entre o ministério e o parque para viabilizar a obtenção de resultados efetivos para as demandas reais da sociedade no sentido da universalização da segurança pública. Como parte da cooperação, o Porto Digital irá fornecer apoio institucional e técnico, garantir recursos tecnológicos para o plano de trabalho e permitir e providenciar acesso do MSP aos produtos e softwares resultantes da cooperação.

“Esse acordo abre novas possibilidades para ampliar a capacidade de uso da inteligência nas operações de segurança no País, questão essencial para todos os entes federativos. Com a expertise do Porto Digital, esperamos que o parque como um todo e nossas empresas possam contribuir com o tratamento de informações por meio de cruzamento de dados, big data e com as tecnologias mais modernas”, comentou Saboya.

“Inteligência é a palavra-chave para esse acordo. O Brasil precisa de mais atuação estratégica para combater seus desafios e hoje damos um passo na direção desse objetivo. A cooperação técnica entre o Ministério e o Porto Digital eleva nossa capacidade de responder às necessidades atuais e futuras, sempre pensando no bem-estar da população”, indicou Raul Jungmann.

O acordo assinado nesta sexta-feira não prevê a transferência de recursos financeiros para a sua execução, mas deixa em aberto a possibilidade de novos instrumentos ou ajustes decorrentes do trabalho – que podem ou não resultar em compromissos econômicos.

No âmbito do acordo, o Porto Digital poderá contratar pessoas, entidades, organizações com notória especialização em projetos de tecnologia da informação e da comunicação, articulação institucional, tratamento de dados e/ou produção científica. Por envolver dados sensíveis, todos os participantes devem resguardar confidencialidade e sigilo em relação às informações utilizadas ao longo da cooperação técnica.

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Inteligência Artificial traz melhoria na gestão tributária do Grupo Edson Queiroz

A Inteligência Artificial é uma das tecnologias que mais aumenta sua importância estratégica dentro da gestão empresarial das empresas brasileiras. Em 2018, a Thomson Reuters iniciou um projeto que prevê uso de IA e que, em menos de seis meses, já proporciona melhoria significativa na gestão tributária do Grupo Edson Queiroz, um dos principais grupos empresariais do Brasil, com atuação em áreas como energia, bebidas, eletrodomésticos e comunicação.

O projeto foi desenvolvido com uso da plataforma Oracle Big Data & Analytics Cloud e foi possível por conta de uma parceria global entre a Thomson Reuters e a Oracle para a complementação entre tecnologias de ponta para apoiar as necessidades fiscais e tributárias das empresas.

O trabalho, que foi iniciado no primeiro trimestre do ano e já está em sua quarta fase, consiste em fazer uma análise completa da gestão tributária da empresa e identificar potencias riscos a serem mitigados e oportunidades que podem ser alcançadas.

O objetivo inicial foi aprimorar a estratégia fiscal da empresa para ampliar performance operacional. O grupo possui 182 filiais que atuam em sete segmentos distintos da economia em todo o território nacional, o que o coloca em um ambiente de alta complexidade operacional, tributária e de gestão. “Iniciar o trabalho com foco em aprimorar a estratégia fiscal seria mais rápido a ser implementado e já poderia trazer resultados ainda nos primeiros meses, o que de fato está acontecendo”, explica Cid Camara Gerente de TI do Grupo Edson Queiroz.

Em um primeiro momento, a solução utilizou as tecnologias de Big Data e Robotização para coletar e unificar todas as NFe (notas fiscais eletrônicas) e as informações do sistema fiscal do grupo (Sped) dos últimos anos, para transformar estes documentos em dados ricos para serem trabalhados. A partir da primeira análise destes dados, foi possível identificar pontos a serem aprimorados que irão aumentar a eficiência fiscal da companhia.

“Com isso, nesta fase, estamos montando modelos de análises de causas raiz, detecção de anomalias e estatísticas para aplicação de machine learning dentro da curva de maturidade da jornada analítica, podendo reduzir riscos tributários, melhorar processos e prever ações futuras”, ressalta Marcos Bregantim, Diretor de Produtos Corporativos, da Thomson Reuters.

No próximo passo, com a aplicação de Machine Learning sobre os dados e análises iniciais, a Inteligência Artificial poderá auxiliar decisões a serem tomadas pela empresa. “Com a validação e ajustes destes dados e tendências, será possível otimizar a performance operacional da área fiscal, mitigar os potenciais riscos, aumento de previsibilidade e otimização do planejamento”, garante Bregantim.

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Embratel e Digilab firmam parceria para transmissão de conteúdo em cloud

Cloud Vídeo Delivery Embratel permite que clientes ofereçam a melhor experiência de transmissão de vídeos para seus usuários

A Embratel e a Digilab anunciam uma parceria para a oferta de soluções em Cloud Computing para transmissão de conteúdo. É a primeira vez que duas empresas nacionais firmam um acordo para disponibilizar serviços deste tipo. Por meio da parceria, a Digilab, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para operacionalização de canais de TV e distribuição de conteúdos audiovisuais em multiplataforma, vai utilizar a solução Cloud Vídeo Delivery Embratel para permitir que os clientes ofereçam a melhor experiência de transmissão de vídeos para seus telespectadores.

“Com a solução Cloud Vídeo Delivery da Embratel, a Digilab poderá oferecer aos clientes uma solução exclusiva para distribuição de vídeos de forma regional e com pontos de distribuição posicionados estrategicamente nas áreas onde se concentra 97,6% do tráfego de Internet nacional”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

Por meio da solução Cloud Video Delivery Embratel, a Digilab oferece a plataforma Digilab Transcoder, que permite aos provedores de conteúdo converter os arquivos de seu formato de origem para os padrões e formatos mais utilizados no mercado, propiciando a reprodução desta mídia em múltiplos dispositivos, como smartphones, tablets e PCs. Um dispositivo de autenticação (token) garante a segurança e evita o uso indevido do canal de streaming. Por funcionar em Nuvem, a plataforma possibilita que os clientes adicionem recursos computacionais em momentos de pico, sem a necessidade de compra de hardware.

A solução é indicada para as pequenas e grandes empresas que buscam otimizar a transmissão de conteúdo aos usuários finais. “Estamos muito felizes com a parceria com a Digilab para a oferta de uma solução robusta e completa. Com o acordo, a Embratel reforça sua atuação como uma integradora de soluções visando oferecer ao cliente ofertas fim a fim”, diz Tomaz Oliveira, Diretor de Alianças Estratégicas da Embratel.

A solução Cloud Vídeo Delivery foi desenvolvida como uma Rede de Distribuição de Conteúdo (Content Delivery Network – CDN) exclusiva para a distribuição de vídeos na Internet. Diferentes servidores distribuídos geograficamente mantêm as réplicas dos vídeos, garantindo a melhor performance na entrega do conteúdo e, consequentemente, a melhor experiência de visualização de vídeos ao usuário final.

“O mercado de entretenimento e mídia passa por um grande processo de transformação digital. Além de um conteúdo de qualidade, é essencial que as empresas escolham a tecnologia mais adequada para a distribuição dos seus vídeos. O acordo entre Embratel e Digilab entrega aos clientes uma solução exclusiva para distribuição de vídeos de forma regional e com alta disponibilidade”, Rodrigo Budzinski, Diretor Executivo da Digilab. O executivo acrescenta que Cloud Computing já conquistou a confiança dos provedores de conteúdo pela segurança, custo e facilidade de uso.

Com dezenove pontos de distribuição posicionados nos locais de maior tráfego de Internet no Brasil, com capacidade superior a 800 Gbps, e interligados à maior e melhor rede de telecomunicações da América Latina, a solução Cloud Video Delivery Embratel consegue suportar os picos de acessos simultâneos mantendo a mesma qualidade de transmissão dos vídeos.

O tráfego descentralizado para os pontos de presença estrategicamente distribuídos permite a otimização do consumo de recursos de servidores e banda internet no Data Center de origem, reduzindo os gastos em infraestrutura de TI. Outro benefício da solução é que garante não haver concorrência na transmissão com outro conteúdo como downloads massivos de software, programas e páginas web, entre outros, por ser uma rede exclusiva para a distribuição de vídeos.

A parceria também inclui a utilização da solução Connect Cloud Embratel para mais controle, flexibilidade e autonomia total da administração dos ambientes Cloud. O Connect Cloud Embratel é baseado nas tecnologias Software Defined Network (SDN) e Openstack. O serviço em Nuvem pode ser utilizado nos modelos de Nuvem Pública, Privada ou Híbrida com a infraestrutura de TI, computação, armazenamento de dados e de rede da Embratel.

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CRM Services inaugura centro de inovação

Consultoria criou o CRM Labs, ambiente disruptivo com área de descompressão e laboratório de user experience

Com o objetivo de acelerar a transformação digital das empresas, a CRM Intelligence Services, consultoria especialista em implantação, revitalização e suporte dos ERPs RM®, Protheus® e Fluig® da TOTVS®, anuncia a inauguração do centro de inovação e desenvolvimento CRM Labs.

Segundo a companhia, o espaço foi criado para contribuir com a inovação, criatividade, flexibilidade, desenvolvimento de novas aplicações e troca de experiências entre os profissionais da empresa, através de áreas de descompressão e laboratório de user experience.

“Nosso objetivo é reunir pessoas diferentes, de áreas diferentes, opinando e inovando sobre temas e projetos que potencializem a performance de nossos clientes, através de aplicações que garantam resultados exponenciais e aumento da competitividade das empresas”, comenta Alan Lopes, CEO da CRM Services.

Alan destaca que o CRM Labs segue a linha de startup. “O ambiente é totalmente disruptivo, inspira inovação. Nossos times têm todo o apoio e incentivo para criar soluções que aprimorem a usabilidade das soluções de gestão. Queremos que nossos clientes extraiam o máximo de performance de seus softwares e tenham a melhor experiência possível”. Diz.

Inspirado em startups de sucesso do Vale do Silício, o CRM Labs já está em operação. De acordo com a empresa, os times já iniciaram testes, verificações e desenvolvimento de soluções que aprimorem os recursos dos ERPs.

“As empresas não podem mais esperar por soluções que de fato tragam alta performance. O mercado não permite perda de tempo e isso determina a sobrevivência do negócio em um cenário altamente competitivo e, esse é o foco do CRM Labs, acelerar o processo de desenvolvimento de soluções focadas na jornada da Transformação Digital, que priorizam a experiência do cliente”, conclui o CEO.

Destaques, Inovação

Reconhecimento facial será padrão para desbloquear smartphones até 2020

De acordo com um estudo da Counterpoint Research, por mais que 66% dos fabricantes de dispositivos optem por sensores de impressão digital, o mercado está investindo cada vez mais nas tecnologias biométricas de reconhecimento facial. Em 2020, todos os novos smartphones terão sensores biométricos. Portanto, o reconhecimento facial deverá se tornar padrão, criando uma experiência de usuário mais segura e ergonômica.

A IDEMIA, empresa mundial de Identidade Aumentada, está levando aos fabricantes de dispositivos eletrônicos sua especialização em segurança biométrica com o IDEMIA 3D Face, software que usa o reconhecimento facial 3D para desbloquear smartphones de maneira rápida e fácil. A solução reflete a demanda dos usuários de smartphones por simplificação, eficiência e segurança, além de ser pioneira a vincular tecnologias de reconhecimento 3D.

A IDEMIA trabalha com soluções biométricas em todas as indústrias no mundo. A empresa atua com os algoritmos mais avançados, baseados principalmente em Inteligência Artificial e testados em diferentes grupos de usuários. Neste contexto, o IDEMIA 3D Face apresenta tecnologia de ponta que pode calcular com precisão a geometria da face em três dimensões, usando a luz invisível de uma câmera infravermelha e oferecendo níveis incomparáveis de segurança.

O reconhecimento facial do IDEMIA 3D é compatível com todos os smartphones com capacidade de captura. A solução está criando potencial para usos futuros: poderá ser incorporada à tecnologia veicular e reconhecer, por exemplo, o proprietário de cada carro – ou até mesmo identificar comportamentos anormais, como o motorista dormir ao volante.

“A novidade combina segurança e conveniência do produto com a tecnologia avançada de reconhecimento facial 3D. Embora os smartphones sejam comuns, é fundamental adaptar os recursos aos nossos estilos de vida. Portanto, a IDEMIA está fornecendo uma solução que está à frente de seu tempo e altamente segura para uso regular, eficaz e simplificado,” afirmou Yves Portalier, EVP e GM da Connected Objects Business Unit.

Destaques, Inovação

Computação quântica deve gerar impacto significativo em 20 anos

Apesar do impacto positivo que deve trazer, pontos como cibersegurança e condições físicas de uso ainda devem ser superados para a adoção em massa

Falar de computação quântica nos dias atuais é quase como pensar em ficção científica – à primeira vista, parece algo com funcionamento complexo e obscuro, sem perspectiva de benefícios claros dentro de muitos anos. Mas a Minsait, uma companhia da Indra, aponta que essa percepção está longe de ser verdadeira. Na verdade, essa tecnologia terá impactos claros no nosso dia a dia nos próximos 10 a 20 anos.

A tendência apontada pela Minsait, empresa de consultoria de transformação digital e Tecnologia da Informação na Espanha e América Latina, está baseada na velocidade exponencial de adoção de novas tecnologias na sociedade atual e nos avanços constantes a que se dedicam as grandes empresas do setor tecnológico.

“Entendemos que os benefícios gerados com a adoção do computador quântico serão fundamentais principalmente na área de pesquisa e desenvolvimento, especialmente quando aplicado para resolver um problema em um tempo muito curto, como simular e otimizar processos como a construção de aviões mais seguros, projetar modelos econômicos, otimizar sistemas de inteligência artificial, ou simular todo tipo de moléculas, o que nos permitirá descobrir novos materiais, ou desenvolver novos remédios”, afirma Wander Cunha, head da Minsait no Brasil.

Obter todas essas vantagens tem um preço significativo. A Minsait aponta dois desafios fundamentais para serem resolvidos até à adoção eficaz do computador quântico em massa: superar condições físicas e garantir cibersegurança das informações contidas nos qubits.

Em relação ao primeiro tópico, é necessário lembrar que, para garantir o funcionamento de um computador quântico, é necessário que as temperaturas sejam inferiores a um grau kelvin (-272,15°C) e sem interferências externas.

Além disso, a complexidade de assegurar que a informação contida em um qubit físico não mude de forma imprevista também representa um obstáculo que ainda não foi superado. “A mera interação com o computador quântico produz essas instabilidades, o que torna muito complexo realizar cálculos e recuperar os resultados de maneira estável”, afirma Cunha.

Essa mudança rápida gera outra preocupação: cibersegurança. Muita gente se preocupa com o fato de que, devido à massiva capacidade de processamento dos computadores quânticos, uma grande parte dos sistemas criptográficos que asseguram a transmissão de informação hoje em dia se tornassem obsoletos – já que a limitação de custo e tempo poderia deixar de ser um problema para os computadores quânticos, comprometendo uma grande quantidade de informação sigilosa.

De acordo com a Minsait, hoje já existem projetos que visam desenhar os primeiros sistemas criptográficos resistentes contra tecnologia de computação quântica. “A China já está realizando seus primeiros testes com essa nova tecnologia, a qual permite utilizar partículas subatômicas para transmitir informação entre pontos distantes de maneira imediata e segura utilizando princípios quânticos. Com essa tecnologia já não seria necessária a criptografia tradicional, já que a transmissão de informação seria imediata”, destaca Cunha.

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Tecnologias como IA e Blockchain serão chave para a inovação, revela estudo

Pesquisa da IBM revela qual o perfil das empresas que serão mais disruptivas nos próximos anos

Pesquisa realizada pela divisão de Consultoria de Negócios da IBM revela que as grandes companhias já estabelecidas no mercado, as chamadas Incumbentes, têm maior capacidade de serem disruptivas em seus mercados nos próximos anos. O levantamento feito pelo IBM Global C-suite Study, feito com executivos C-level em todo o mundo, inclusive do Brasil, aponta que 72% dos entrevistados acreditam queas empresas tradicionais e consolidadas serão líderes em ruptura, inovação e competitividade.

A informação adquirida ao longo de décadas de conhecimento específico de setor se tornou o ativo mais importante e é o principal fator que leva a essa conclusão. Segundo o estudo, tecnologias como Cloud, Inteligência Artificial, Blockchain e Internet das Coisas propiciarão às grandes empresas as ferramentas necessárias para acessar e utilizar com eficácia esses dados.

O Global C-suite Study também identificou três estágios de Reinvenção Digital nas empresas, classificados como Reinventores, Praticantes e Aspirantes, com base no foco na experiência do cliente, implantação de tecnologias digitais, estratégia competitiva e agilidade na organização.

No topo da lista, os Reinventores (27%) estão à frente na inovação e também são superiores em crescimento de receita e lucratividade nos últimos três anos. Suas estratégias de TI e negócios estão muito alinhadas. No entanto, o principal fator que posiciona este grupo à frente dos outros estágios é a eficácia na utilização de dados para identificar necessidades de clientes indefinidas e não atendidas.

Os Praticantes (37%) ainda não desenvolveram as capacidades correspondentes às suas ambições, mas planejam lançar um novo modelo de negócios nos próximos anos. Já para as organizações Aspirantes (36%), o maior desafio é obter a visão, estratégia e as capacidades de execução adequadas, principalmente em relação a funcionários e parceiros.

Adoção de Plataformas

Os Reinventores também estão atualmente liderando a adoção de modelos de plataforma de negócios, seguidos de perto pelos Praticantes. Entretanto, o primeiro grupo se destaca em todos os elementos avaliados pelo, incluindo a escolha deuma abordagem colaborativa, a capitalização de dados e o compromisso com a inovação.

O estudo constatou que cerca de 57% das empresas com uma estratégia de disrupção são arquitetos ou proprietários de um modelo de plataforma de negócios. Criando interações diretas entre consumidores e produtores, além de reunir muitos dados ao longo do caminho, essas organizações estão dominando seus segmentos de mercado e entrando em novos com facilidade.

Aproximadamente 28% dos entrevistados afirmaram que estão realocando parte de seu capital para criar plataformas, movimentação que deve se requerer um investimento estimado em US$ 1,2 trilhão nos próximos anos, um aumento de 174% em relação aos cerca de US$ 420 bilhões já investidos. O estudo aponta que os setores realizando os maiores investimentos em plataformas são: produtos industriais (+25%), eletrônicos (+22%) automobilístico (+20%) e varejo (+17%).

A importância da cultura

Em todas as suas edições, o Global C-suite Study questiona os executivos a respeito de quais serão os fatores de maior impacto nos próximos anos para os negócios. O estudo de 2018 constatou que fatores de mercado (69%), incluindo concorrência e mudanças nas preferências dos clientes, retornaram à posição de liderança, seguidos por tecnologia (63%) e people skills(61%), comprovando o aumento do valor dos ativos intangíveis, como o talento e as ideias.

Neste cenário, os Reinventores são mais eficazes que seus pares na construção de culturas em torno do feedback ativo, empoderamento, co-criação e compartilhamento de conhecimento. Aproximadamente 70% deste grupo respondeu que solicita ativamente a participação de funcionários para desenvolver novos projetos,promove a colaboração e o compartilhamento de conhecimento, investe nas habilidades dos colaboradores e apresenta uma rede adequada de parceiros, fornecedores e distribuidores.

IBM Global C-suite Study

O IBM Global C-suite Study foi realizado por meio de entrevistas com 12.854 executivos de 112 países, incluindo o Brasil, de posições como Chief Executive Officer (CEO), Chief Financial Officer (CFO), Chief Human Resources Officer (CHRO), Chief Information Officer (CIO), Chief Marketing Officer (CMO) e Chief Operations Officer (COO), abrangendo 20 setores da indústria. As respostas foram analisadas utilizando o IBM Watson Natural Language Classifier, que verifica o contexto, temas e prioridades dos entrevistados.

Destaques, Negócios

D-Link reformula atuação para demanda de conectividade

No Brasil desde 2000, a D-Link acompanhou e faz parte da história da internet no País. Não por acaso, a empresa soube se posicionar a ponto de gerar negócios em todas as etapas dessa evolução. Depois de ter uma atuação de destaque com provedores e usuários residenciais, a empresa definiu um novo conceito para se aproveitar da demanda latente de Internet das Coisas e aumentar a sua presença no mercado corporativo de Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

Com foco no mercado de conectividade, a D-Link renovou a sua operação com a criação de três verticais que permearão o portfólio da empresa que passa a ser orientado pelo perfil do consumidor: residenciais, empresas e operadoras de telecom. Para todas as unidades a empresa busca aumentar o número de parceiros e, principalmente, capacitá-los.

O novo conceito abrange aumentar as oportunidades para o canal de distribuição e, para isso, a empresa passa a permitir também a venda FOB de Shangai e Hong Kong. Outra novidade é que a empresa abre uma nova unidade para Cabeamento Estruturado para atender a verticais como negócios, educação, saúde e data center.

“A ideia é prover qualquer tipo de cabeamento para o mercado, seja rede ethernet ou fibra”, explica o gerente de marketing da D-Link, Rodrigo Paiva. Segundo o executivo, a empresa já mantém conversas para ter distribuidores atuando nessa nova unidade.

Lançamentos

No caso da linha voltada a consumidores, o foco é prover automação residencial a casas inteligentes. A empresa criou a mydlink e apresentou uma nova linha de câmeras com gravação em nuvem e gerenciada via aplicativo. Ainda na linha de produtos residenciais, a empresa apresenta um roteador com processador Intel e McAfee incorporado. O D-FEND chega para proteger todos os dispositivos conectados à rede doméstica, que tendem a aumentar cada vez mais com o advento da IoT. Outros lançamentos incluem a linha de roteadores Covr, que potencializa a rede Wi-Fi com tecnologia Mesh.

Dentro do portfólio D-Link for business, a empresa incluir o segmento de Data Center que está no radar da companhia. A linha Nuclias chega com esse propósito e traz switches industriais. Segundo Paiva, a empresa está em fase de homologação com um aeroporto no Brasil para um grande projeto com a linha Nuclias.

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Na América Latina, Brasil é destaque um uso e investimento em cloud

Pesquisa da Citrix na América Latina mostra que, embora o país invista em tecnologia, seu uso ainda não está alinhado com as estratégias do negócio

O estudo Como vamos na América Latina, encomendado pela Citrix, empresa norte-americana de tecnologia, mostrou que dentre os países da região, o Brasil está à frente dos demais quando o assunto é nuvem, com 57% de empresas adeptas desta tecnologia. No entanto, algumas contradições nos resultados mostram que existe um longo caminho para aumentar a maturidade digital das empresas.

Embora 73% das entrevistadas manifestem desejo em investir em nuvem, 43% afirmaram não fazer uso da tecnologia. E os motivos são: infraestrutura suficiente (38%), não enxergam valor (19%), questões de segurança (14%), falta de orçamento (14%) e não sabem como fazê-lo (12%).

Outro fator interessante registrado na pesquisa foi em relação a falta de estratégia no uso desta tecnologia. As empresas que usam a nuvem estão mantendo o foco no armazenamento de informações: 24% responderam que armazenam informações gerais, 18% registram e-mail, 11% guardam informações sensíveis do negócio, 11% registram dados do fornecedor, 7% aplicativos não tão sensíveis e 12% todas as anteriores.

“A computação em nuvem significa mais do que apenas armazenar documentos. Ela permite a empresas de todos os tamanhos ações mais rápidas, ágeis e flexíveis, redução nos custos de investimento em hardware e acesso igualitário à tecnologia de ponta, só para citar alguns. Em regiões com mais maturidade digital, empresas focam em ativos mais estratégicos (aplicações críticas para o negócio e aplicações legadas) se beneficiando assim da elasticidade e alta disponibilidade de cloud”, explica Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

Produtividade

Outro aspecto sobre a adoção dos serviços em nuvem é implementação de formas de trabalho flexível, por exemplo o home office e o teletrabal¬ho. A partir das informações coletadas, constatou-se que 62% das empresas brasileiras com tipos de trabalho flexíveis os implementaram a pedido dos funcionários, principalmente por motivos de gestão do tempo (13%), maior produtividade (8%), conforto (6%) e qualidade de vida (6%).

Os resultados, de acordo com os gestores em TI do país, foram positivos considerando que acessar dados e aplicações de qualquer lugar ou dispositivo torna a equipe mais produ¬tiva (88%). Outro fato notável é que 65% das empresas disseram que redesenharam o ambiente para se adaptar às novas formas de trabalho flexíveis, especificamente para buscar maior produtividade e melhor gestão do tempo pelo funcionário.

Paradoxalmente, 73% dos entrevistados acham que os funcionários são mais produtivos trabalhando no escritório do que de onde se sentem mais confortáveis e inspirados. E isso se deve, principalmente, à falta de confiança por parte dos diretores (80%).

“Com o avanço da tecnologia, hoje podemos contar com ferramentas que estão mudando a forma que trabalhamos, possibilitando o trabalho flexível, de qualquer lugar e em qualquer dispositivo. A valorização precisa estar focada na entrega e não no tempo que o funcionário passa no escritório”, destaca o diretor geral.

Segurança

A segurança é um fator de grande preocupação para as empresas e 58% das entrevistadas declaram desejo de investir mais em proteção dos dados até o final deste ano. Porém, alguns comportamentos destacam brechas que podem comprometer seriamente os dados das companhias. Dos executivos consultados, 49% afirmaram que permitem que funcionários salvem informações em pen-drive e encaminhem informações para o e-mail pessoal (52%).

Reflexo disso é que 35% das vulnerabilidades sofridas pelas empresas foram vazamento de dados e 32% ataques externos direcionados às informações da empresa.

“Temendo a segurança de seus dados, muitas empresas acabam blindando os funcionários de maneira imobilizadora. Estão seguros, mas extremamente restritos. E não precisa ser assim. É possível trabalhar de forma protegida sem limitar ações”, conclui Banhara.

A pesquisa teve como objetivos principais avaliar a percepção e o conhecimento que os gestores de TI têm sobre dinâmica, benefícios e desvantagens, ou seja, o panorama de serviços na nuvem, segurança de dados e novos estilos de trabalho. E ainda identificar as atitudes, percepções e a importância que os especialistas em TI atribuem às novas tecnologias em suas empresas. Fez parte do estudo entrevistas com 550 gestores de TI, durante os meses de abril a maio, na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México.

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Red Hat cria pacote de consultoria para PMEs

Companhia ajuda empresas a implementar ambientes próprios de tecnologia

A Red Hat, empresa mundial de soluções open source, acaba de lançar um novo serviço no mercado: o Red Hat Consulting. O produto oferece um pacote básico de tecnologia, acompanhado da consultoria da marca para implementação. A novidade é voltada para pequenas e médias empresas que queiram dar os primeiros passos na criação de uma estrutura de tecnologia sólida.

Mais do que uma simples expertise técnica, o serviço disponibiliza consultores estratégicos e um panorama da situação organizacional, ajudando na análise de desafios e como superá-los. O Red Hat Consulting pode atuar nas áreas de infraestrutura e saneamento, health care, varejo, mineração e finanças.

Os pacotes Smart Start da Red Hat Consulting oferecem soluções padronizadas de implementações de ambientes mínimos das tecnologias Red Hat, possibilitando assim, conhecer todas as funcionalidades dos produtos. Por meio deles é possível garantir evolução contínua, baixo risco de insucesso, rápido acesso às funcionalidades dos produtos, ótimo custo-benefício em escopo fechado e suporte global da Red Hat Consulting.

Com o suporte Red Hat Consulting, é possível criar uma melhor infraestrutura, em um ambiente de TI projetado para a máxima eficiência. A solução permite criar aplicativos aprimorados, otimizar os resultados e operações, e realizar migrações competitivas, obtendo retorno mais rápido sobre o investimento.

“A Red Hat não é mais reconhecida apenas pelo Linux, mas por oferecer produtos acessíveis de alta tecnologia para pequenas, médias e grandes empresas”, afirma Lilian Rangel Boneto, Business development manager da Red Hat.

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Atento e T-Systems fecham parceria para serviços de data center no Brasil

Acordo inclui um contrato de longo prazo, que prevê que a T-Systems vai gerenciar as operações de data center da Atento no país pelos próximos dez anos

A Atento S.A., especializada na oferta de serviços de gerenciamento de relacionamento com o consumidor e de terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) na América Latina, e a T-Systems, companhia do grupo Deutsche Telekom com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acabam de anunciar uma parceria estratégica para as operações de data center da Atento no Brasil. O acordo inclui um contrato de longo prazo, segundo o qual a T-Systems vai gerenciar as operações de data center da Atento no Brasil pelos próximos dez anos. O acordo está sujeito às habituais condições regulatórias de fechamento e seus termos financeiros não foram divulgados.

Com a parceria, a T-Systems vai garantir às operações de data center da Atento acesso à tecnologia estado da arte e o mais alto grau de segurança operacional e de dados, isso graças a sua experiência única e histórico comprovado dentro do segmento. A T-Systems também vai migrar 100% das operações de data center da Atento no Brasil para a nuvem, contribuindo para a transformação digital da Atento e permitindo o lançamento rápido e eficiente de soluções e serviços para a melhoria da experiência do consumidor.

O presidente da Atento Brasil, Dimitrius de Oliveira, comentou que “o acordo estratégico com a T-Systems é um passo adiante na evolução de nossa companhia para se transformar em um provedor de soluções digitais de terceirização de processos de negócios. Fortalecer e terceirizar o gerenciamento de nossas operações de data center é um componente de nossa estratégia para focar no core business da Atento, que é oferecer aos nossos clientes as melhores soluções para a experiência dos consumidores em um ambiente cada vez mais digitalizado e competitivo”.

O CIO da Atento, Rogerio Ribeiro, afirma que “esta parceria é um passo importante em nossa jornada de transformação. Ela vai fortalecer a operação dos data centers que dão suporte ao nosso negócio com a tecnologia estado da arte e a experiência de um líder de indústria como a T-Systems”.

De acordo com o CEO da T-Systems Brasil, Ideval Munhoz, “este novo passo em nossa estratégia de crescimento com a Atento vai permitir à T-Systems Brasil expandir seu know-how e sua base operacional para a oferta de serviços de TI para grandes companhias brasileiras em diversas indústrias. Além disso, é o primeiro passo de uma parceria que esperamos poder oferecer para outras operações na América Latina. Em geral, o mercado está procurando por mais parcerias estratégicas com capacidade, portfólio e competências para rodar grandes operações de missão crítica e este acordo reforça nosso crescimento estratégico no Brasil e na América Latina”.

O acordo entre as duas companhias inclui apenas as operações de data center da Atento no Brasil, o que abrange três sites que serão consolidados na plataforma T-Systems. A T-Systems também assumirá todos os funcionários da Atento que operam estes sites, incorporando seu conhecimento sobre o negócio de contact center e fortalecendo as capacidades técnicas da T-Systems para a oferta de serviços classe mundial.